Silenciosos são,
séculos de opressões,
condições naturalizadas de devoções,
estado violento de submissões,
sociedade-capitalista-neoliberal-patriarcal.
Relegadas estão,
a posição
exclusivista de mãe,
inviabilização
pelo trabalho doméstico,
matrimônios
baseados em servidão,
seres humanos-mulheres-trabalhadoras.
Envolvidas por um sistema de relações
[de classe, raça e
gênero]
Fomentadoras de instituições
[Propriedade
privada, Estado, Família]
Tenuamente condicionante da
nossa marginalização e exploração.
- Clamamos e lutamos por um mundo de novas relações!
Companheiras nossa luta anda junta com a de classes,
vamos juntas em unidade, por libertação.
Consideremos a existência das identidades e diversidades,
não sigamos os
modelos (im)postos de massificação e padronização.
Somos mulheres, não mercadorias, faremos luta e resistência até a
revolução.
Companheiros trabalhadores se acheguem...
“Sem feminismo, não há socialismo!”
Lutamos por uma nova ordem social,
também tem a ver
com sua libertação.
Olhem-nos e tratem-nos com respeito,
desconstruam a violência, machismo e opressão!
A revolução das trabalhadoras e trabalhadores,
passa, necessariamente, por uma nova relação entre os sexos.
As pautas feministas são políticas e indissociáveis,
precisamos construir um mundo com pessoas capazes de sentir as dores
das mulheres em
condição de marginalização,
seja no campo ou na cidade,
negras, índias,
cis, trans,
prostitutas, gordas, magras
organizadas ou não.
Por nós, pelas outras, por mim.
O nosso sul,
é lutar incansavelmente e paralelamente,
contra a dominação do capitalismo,
a radicalização da luta de classes.
pelo fim do
machismo, racismo e homofobia,
e extirpa mento de todas expressões de exploração
[das pessoas, dos recursos naturais e das relações].
E em meio a dialética da história, novas flores brotarão.
Renascendo
o fortalecimento do amor,
a união livre,
o respeito mútuo,
a solidariedade.
Novos caminhos abrirão em canto de justiça.
As mulheres e homens levantarão
em sinfonia universal,
vigorando os gozos do amor nobre e livre,
inexistente na ordem capitalista-patriarcal.
Veremos a vivência existencial
de uma infância majestosa,
de uma juventude vigorosa em amor e liberdade,
e uma vida plena
Tremularão por fim,
as bandeiras vermelhas e lilás,
hasteadas em cipós de igualdade, liberdade e amor,
assegurando a TODAS E TODOS felicidade e vida.
08 de Março – Pela vida das mulheres e o socialismo.
Jailma.
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