com a força do brilho dos olhos das crianças
no povo em marcha,
extirpando
o capitalismo neoliberal,
hasteando
bandeiras de outro mundo possível,
vandalizando
em revolução!
com a ternura do brilho do sol e das estrelas
na irmandade solidária,
superando
o individualismo consumista,
partilhando
o pão e o feijão,
que
não faz da utopia socialista - ilusão!
com a dor das mulheres apanhadas e estupradas
na história de resistência,
em
meio ao patriarcado-machista-violento,
criando
dobraduras de emancipação,
em
que o sofrimento das putas não mais prosseguirão!
com a quentura do povo de pé no chão
no povo sem terra,
rompendo
cercas de sangue,
ocupando-resistindo-produzindo,
libertando
a terra, a vida que não é vão!
(24/11/2013, Açu, depois de uma conversa no Buraco D’água.)
Nenhum comentário:
Postar um comentário