Espero-te,
com toda a
demência
adjetivada as
loucas.
[(in)consciente]
Aguardo-te,
com a utopia
típica de quem
sonha,
capaz de
transfigurar-se
em mar,
em amar.
Anseio-te,
em toque terno,
saliente,
quente,
sem pudor.
Rabisco-te,
em poesia
barroca
moderna
existencial
marginal
em sambas
que estremecem
ou entristecem.
Vivo-te,
nos versos,
livres,
não
ditos,
nem vividos
pela razão,
mas escrito,
entre
o calor
dos corpos.
Jaima Lopes,
23/03/2014.
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