Talvez volte a rabiscar inutilidades,
pois não posso com o mundo,
e ei de ser inútil como as coisas que escrevo
mas a poesia não mais se conterá...
Talvez a saída para o mundo seja as inutilidades,
pois o útil tem preços, logo dor
[banal, opressor, excludente]
não reside beleza!
Talvez os rabiscos me salve do útil,
pois cultivando as inutilidades haveremos de seguir salvos
da doença do vazios, da ausência, do significativo...
e o inútil da poesia útil será a superação do útil inútil.
Jailma,
03/11/2013.
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