Mãe,
não quero-te minha,
nem de pai,
nem de ninguém!
Desejo-te,
ser em si,
empoderada,
li-vre!
Em marcha sigo
por ti,
pelo que viveste,
pelo que não viveste,
pelo que abdicaste,
pelo que sofreste...
Luto mãe,
não minha,
SUA!
(Jailma, 11/05/2014)
*Em dias que reafirmar a luta é tão necessário, quanto amar!
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